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Colégio Graphein fala sobre “Inteligência Emocional”

21 ago 17 Sem categoria | Comentar

Colégio Graphein fala sobre “Inteligência Emocional”

EDUCADORES E FAMILIARES: OS “TREINADORES” DAS EMOÇÕES NAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Sabemos que a inteligência emocional  não se desenvolve de forma autônoma, precisamos investir em momentos e estratégias que possibilitem que nossas crianças e adolescentes exercitem suas emoções e as utilizem a seu favor sabendo geri-las.

Quem estará à frente desses momentos tão importantes na vida de nossas crianças e jovens?

Educadores e familiares são os primeiros a tomarem contato com os momentos onde a mediação e o “treinamento” para que esses sujeitos, que se encontram em fase de períodos sensíveis de aprendizagem,  possam melhor se apropriar de maneiras “inteligentes” para lidar com suas emoções.

Estar atento as mensagens que enviamos às crianças e aos jovens é imprescindível. A capacidade de absorção de nossos educandos e filhos diante de nossas mensagens corporais, faciais e de nosso gestual é imensa.

Algumas estratégias são facilitadoras desse processo de mediação das emoções e faz com que nossas crianças e jovens comecem a interiorizar o hábito de lidar com as emoções de uma forma natural e cotidiana.

Citamos algumas:

  • Narrar: falar, contar, expressar. Dizer o que sente, o porquê sente. Dividir com o outro. Contar o fato que o deixou triste, com raiva ou feliz.

 

  • Validar os sentimentos que forem narrados: legitimar as emoções enfatiza a importância de cada um deles como sujeito e constrói uma relação de autoconfiança.

 

  • Sempre que possível, antecipe-se: observe seus educandos ou filhos. Trabalhe na prevenção. Frases como “Notei, pelo tom alto de sua voz e pela expressão em seu rosto, que você parece chateada.Aconteceu algo? Posso te ajudar?”, fazem toda a diferença no cotidiano desses “aprendizes” na arte das emoções.

 

  • Discuta as consequências: dialogue sobre as consequências de possíveis atitudes inadequadas. Lidar com o que “pode acontecer” é importante, pois com certeza irá desencadear novos sentimentos.

 

  • Procure exemplificar ou construir juntos soluções: buscar outras alternativas. “Qual seria outra forma de solucionar esse problema?”, “Você poderia ter tido outra atitude?”

Em uma sociedade em que o cognitivo parece sobrepor-se cada vez mais às emoções, é importante ter em conta que a inteligência emocional desempenha um papel primordial para um bom funcionamento da cognição.

Fica mais do que clara a importância do trabalho com as emoções no lar e no ambiente escolar, pois a inteligência emocional não nos permite somente boas relações interpessoais, mas controla nosso cognitivo.

Enfim, a inteligência emocional define grande parte de “quem somos nós”!

Cátia Alves

Coordenadora Acadêmica

Equipe Graphein

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