{"id":1617,"date":"2010-12-03T15:30:45","date_gmt":"2010-12-03T18:30:45","guid":{"rendered":"http:\/\/graphein.tempsite.ws\/novosite\/?p=1617"},"modified":"2010-12-03T15:30:45","modified_gmt":"2010-12-03T18:30:45","slug":"quando-e-preciso-mudar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.graphein.com.br\/?p=1617","title":{"rendered":"Quando \u00e9 preciso mudar"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em entrevista ao Jornal Estado de S.Paulo, 15 de outubro de 2009, N\u00edvea Maria Fabr\u00edcio &#8211; psic\u00f3loga e diretora do Col\u00e9gio Graphein-, relata como funciona o m\u00e9todo de ensino do Graphein e como o col\u00e9gio recebe alunos transferidos de outras institui\u00e7\u00f5es, estes que correspondem a 80% dos alunos da escola. Veja a mat\u00e9ria na \u00edntegra a seguir:<\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lucas Fras\u00e3o e Paulo Salda\u00f1a, especial para O Estado &#8211;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marina Craveiro, de 19 anos, mudou de escola quatro vezes antes de se formar no Col\u00e9gio Santo Am\u00e9rico, no Morumbi, zona sul. Seu irm\u00e3o Pedro, de 26, trocou s\u00f3 uma vez, mas teve de passar por um complicado processo de adapta\u00e7\u00e3o. Os pais, Am\u00e9rico e Maria Isabel Lima Craveiro, aprenderam na pr\u00e1tica como \u00e9 dif\u00edcil escolher escola para os filhos &#8211; e o quanto \u00e9 complicado mudar depois. Apesar disso, Maria Isabel acha que o processo valeu a pena. \u201cAntes de qualquer coisa, \u00e9 um aprendizado para os pais. Mesmo quando fazemos a op\u00e7\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 a ideal\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A psicopedagoga Ana Luiza Borba acompanha h\u00e1 25 anos casos de crian\u00e7as que precisam mudar de col\u00e9gio. Ela diz que n\u00e3o existe escola ideal se o adulto n\u00e3o entender as necessidades do filho. \u201c\u00c0s vezes, os pais mudam o filho de escola primeiro para depois ver se o aprendizado melhora. N\u00e3o analisam a fundo a situa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ORGANIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ana lembra-se de um caso em que os pais, formados em um col\u00e9gio tradicional, colocaram o filho numa escola alternativa porque n\u00e3o tinham gostado da sua pr\u00f3pria experi\u00eancia. \u201cO garoto era inteligente, mas se perdia porque a escola alternativa n\u00e3o proporcionava senso de organiza\u00e7\u00e3o. Quando mudou para um ambiente mais organizado, o menino come\u00e7ou a ir bem\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong>A decoradora de interiores Rosana Santana fez o caminho inverso com o filho Gabriel, de 22 anos, que mudou de uma escola tradicional para outra mais liberal. Gabriel come\u00e7ou a ter problemas quando estava na 2\u00aa s\u00e9rie do ensino fundamental. \u201cEle ficou inseguro e com dificuldade de se relacionar com os amigos\u201d, conta Rosana, que recorreu a uma terapia. Logo no primeiro m\u00eas, ficou claro que o problema era a escola. \u201cCom orienta\u00e7\u00e3o profissional, enxergamos. N\u00e3o temos par\u00e2metros para identificar problemas sozinhos\u201d, diz Rosana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os casos de problemas no aprendizado por inadequa\u00e7\u00e3o ao perfil do col\u00e9gio s\u00e3o frequentes. <strong>N\u00edvea Maria de Carvalho est\u00e1 acostumada a receber crian\u00e7as de outras escolas no Graphein, col\u00e9gio que dirige. Elas representam cerca de 80% dos 80 alunos da escola, que fica em Perdizes. Alguns desses estudantes transferidos t\u00eam algum tipo de d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o. Por isso, o Graphein desenvolve projetos de ensino individuais, montados a partir dos interesses de cada aluno. \u201cQuem gosta de culin\u00e1ria, por exemplo, poder\u00e1 ter uma aula de matem\u00e1tica ao fracionar peda\u00e7os de pizza\u201d, diz N\u00edvea, que teve de criar uma nova disciplina no \u00faltimo semestre porque pelo menos tr\u00eas alunos mostraram interesse em design gr\u00e1fico.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"mceTemp\" style=\"text-align: justify;\">\n<dl id=\"attachment_1618\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 325px; height: 276px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"http:\/\/graphein.tempsite.ws\/novosite\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/noticia3.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-1618\" title=\"noticia3\" src=\"http:\/\/graphein.tempsite.ws\/novosite\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/noticia3-300x196.jpg\" alt=\"\" width=\"288\" height=\"178\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Fonte: Mat\u00e9ria extra\u00edda do Jornal O Estado de S.Paulo &#8211; www.estadao.com.br<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Nem sempre desempenho escolar ruim \u00e9 sin\u00f4nimo de falta de adapta\u00e7\u00e3o ao estilo da escola. Mas os pais t\u00eam de ficar atentos. Para Ana Luiza Borba, n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil perceber quando o filho precisa, realmente, mudar de col\u00e9gio. \u201cA crian\u00e7a se torna infeliz e mostra isso clarament<strong>e. <\/strong>\u00c0s vezes, at\u00e9 verbaliza\u201d, afirma. \u201cPassa a n\u00e3o mostrar vontade de ir \u00e0 escola, mesmo em atividades sociais de fim de semana\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em outro caso que acompanhou, a psicopedagoga conta que o filho mostrou que precisava mudar de col\u00e9gio. \u201cO pai n\u00e3o captou a mensagem, n\u00e3o. Para ele, era uma quest\u00e3o de honra. Nesse caso, precisamos respeitar as vontades. A quest\u00e3o \u00e9 delicada.\u201d<\/p>\n<iframe src=\"http:\/\/www.facebook.com\/plugins\/like.php?href=https%3A%2F%2Fwww.graphein.com.br%2F%3Fp%3D1617&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light\" scrolling=\"no\" frameborder=\"0\" allowTransparency=\"true\" style=\"border:none; overflow:hidden; width:450px;margin-top:5px;\"><\/iframe>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em entrevista ao Jornal Estado de S.Paulo, 15 de outubro de 2009, N\u00edvea Maria Fabr\u00edcio &#8211; psic\u00f3loga e diretora do Col\u00e9gio Graphein-, relata como funciona o m\u00e9todo de ensino do Graphein e como o col\u00e9gio recebe alunos transferidos de outras institui\u00e7\u00f5es, estes que correspondem a 80% dos alunos da escola. 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