{"id":2556,"date":"2011-12-05T11:51:40","date_gmt":"2011-12-05T14:51:40","guid":{"rendered":"http:\/\/graphein.tempsite.ws\/novosite\/?p=2556"},"modified":"2011-12-05T11:51:40","modified_gmt":"2011-12-05T14:51:40","slug":"30-dicas-para-ajudar-seu-filho-a-lidar-com-o-bullying","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.graphein.com.br\/?p=2556","title":{"rendered":"30 dicas para ajudar seu filho a lidar com o Bullying"},"content":{"rendered":"<p>21\/11\/2011 11:40<br \/>\nTexto Marion Frank <\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/graphein.tempsite.ws\/novosite\/wp-content\/uploads\/2011\/12\/bullying520.jpg\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/graphein.tempsite.ws\/novosite\/wp-content\/uploads\/2011\/12\/bullying520.jpg\" alt=\"\" title=\"bullying520\" width=\"520\" height=\"290\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2560\" \/><\/a><\/p>\n<p>Fala-se muito hoje em Bullying. A palavra, origin\u00e1ria da l\u00edngua inglesa, \u00e9 empregada boa parte das vezes de modo errado, esp\u00e9cie de caldeir\u00e3o onde se joga tudo de ruim que pode acontecer em sala de aula. H\u00e1 crian\u00e7as que sofrem, no dia a dia escolar, situa\u00e7\u00f5es que lhes causam mal, mas que n\u00e3o podem ser chamadas de Bullying. H\u00e1 quem veja apenas como \u2018brincadeira\u2019 o que \u00e9 percebido, no outro, como agress\u00e3o e raz\u00e3o de infort\u00fanio. H\u00e1 crian\u00e7as, v\u00edtimas de Bullying, que tamb\u00e9m s\u00e3o entendidas como as respons\u00e1veis por esse tipo de situa\u00e7\u00e3o &#8211; nem sempre o agressor \u00e9 quem d\u00e1 in\u00edcio a esse tipo de viol\u00eancia, algo que os pais n\u00e3o conseguem admitir, particularmente, os da crian\u00e7a \u2018agredida\u2019. Nove fora, a falta de informa\u00e7\u00e3o sobre o tema \u00e9 enorme, tornando o Bullying uma viol\u00eancia que atinge a todos, os pais inclu\u00eddos. <\/p>\n<p>&#8211; Teste para alunos: como voc\u00ea se comporta em rela\u00e7\u00e3o ao Bullying?<\/p>\n<p>&#8211; Teste para pais: como voc\u00ea v\u00ea seu filho em rela\u00e7\u00e3o ao Bullying?<\/p>\n<p>&#8220;O Bullying acontece, quando existe um movimento real contra uma determinada crian\u00e7a&#8221;, esclarece a psic\u00f3loga e psicopedagoga N\u00edvea Maria de Carvalho Fabr\u00edcio, diretora do Col\u00e9gio Graphein, em S\u00e3o Paulo. &#8220;\u00c9 uma campanha, uma persegui\u00e7\u00e3o contra um alvo muito bem definido.&#8221; Com mais de 38 anos de experi\u00eancia no trato com alunos das mais variadas personalidades e hist\u00f3rias familiares, Nivea j\u00e1 viu de tudo um pouco. Tem, portanto, expertise de sobra para colocar os pingos nos iis em rela\u00e7\u00e3o a um tema t\u00e3o atual e afeito a provocar d\u00favidas. Em sua opini\u00e3o, s\u00e3o nas escolas maiores, onde as rela\u00e7\u00f5es ocorrem de modo impessoal e a capacidade de controle \u00e9 menor em face do n\u00famero de alunos, que as possibilidades de acontecer Bullying crescem e causam apreens\u00e3o. &#8220;Nessas escolas, existem hoje tr\u00eas grupos de alunos, os nerds, os populares e os bobos &#8211; j\u00e1 ouvi muita crian\u00e7a dizer que n\u00e3o pode ser nerd ou &#8220;CDF&#8221;, caso contr\u00e1rio, n\u00e3o ser\u00e1 querida da classe&#8221;, Nivea descreve. &#8220;Os bobos? N\u00e3o se misturam com o resto dos alunos&#8221;. <\/p>\n<p>Come\u00e7a, ent\u00e3o, a funcionar uma divis\u00e3o social dentro de uma grande escola t\u00edpica do universo paulistano, por exemplo. O Bullying? Ele acontece, quando um desses grupos implica com um determinado aluno, a \u2018cr\u00edtica\u2019 se propaga ferozmente pelas redes sociais e o caos se instala. Em especial, em casa. Porque os pais pouco ou nada conseguem fazer para ajudar os filhos, sejam eles os agredidos ou agressores, a sobreviverem ao contato com o Bullying &#8211; na opini\u00e3o de Eric Debarbieux, diretor do Observat\u00f3rio Internacional das Viol\u00eancias nas Escolas, &#8220;uma das viol\u00eancias mais graves que o ser humano pode sofrer.&#8221; <\/p>\n<p>Apesar da gravidade do problema, Birgit M\u00f6bus, psicopedagoga da Escola Su\u00ed\u00e7o-Brasileira, em S\u00e3o Paulo, faz quest\u00e3o de alertar que o Bullying \u00e9 muito sens\u00edvel \u00e0 interven\u00e7\u00e3o das autoridades &#8211; no caso da escola, dos professores, supervisores e mesmo diretores. &#8220;Mas \u00e9 preciso que a comunidade escolar se envolva como um todo para combater essa viol\u00eancia de modo a reduzir efetivamente o n\u00famero e a gravidade dos casos&#8221;, adianta. <\/p>\n<p>Ou ainda: a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 grave, mas h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o \u00e0 vista. Faz parte dela a ado\u00e7\u00e3o de atitudes no ambiente escolar, caso do respeito e da generosidade, entre outras. &#8220;S\u00e3o palavras aparentemente vagas, mas bastante s\u00e9rias&#8230; a crian\u00e7a hoje fica brava por muito pouco!&#8221;, aponta Nivea. E isso n\u00e3o pode continuar assim, certo? &#8220;\u00c9 desde pequeno que se aprende ser poss\u00edvel vencer, ao lado do outro, os obst\u00e1culos que a vida imp\u00f5e&#8221;, lembra Gisela Sartori Franco, psic\u00f3loga e especialista em Conviv\u00eancia Cooperativa. &#8220;A gentileza, o consenso e o di\u00e1logo, infelizmente, n\u00e3o s\u00e3o hoje \u2018treinados\u2019 em sala de aula, da\u00ed a necessidade dos pais estarem atentos \u00e0 rotina escolar e exigirem, nas reuni\u00f5es com professores, mudan\u00e7as no curr\u00edculo escolar.&#8221; <\/p>\n<p>Eis uma sugest\u00e3o de como os pais devem se comportar para ajudar seus filhos a sobreviverem &#8211; com sa\u00fade! &#8211; ao contato com o Bullying. Com a ajuda das especialistas Nivea Maria de Carvalho Fabr\u00edcio, Birgit M\u00f6bus e Gisela Sartori Franco, destacamos outras de igual import\u00e2ncia a seguir. <\/p>\n<p>1.O envolvimento dos pais no dia a dia escolar \u00e9 importante &#8211; eles precisam mais do que nunca entender a necessidade da educa\u00e7\u00e3o e, em conseq\u00fc\u00eancia, jamais se afastar da rotina dos filhos em sala de aula <\/p>\n<p>2. Pais precisam ser ajudados a serem pais. Porque a sociedade anda permissiva demais e eles se sentem perdidos ante essa realidade <\/p>\n<p>3. N\u00e3o tire seu filho de imediato da escola onde sofreu Bullying: primeiro, \u00e9 importante trabalhar com os professores e a dire\u00e7\u00e3o dessa escola de modo a resolver o problema. Porque ser\u00e1 muito importante para ele vencer o Bullying no ambiente onde foi v\u00edtima<\/p>\n<p>4. Se n\u00e3o der certo &#8211; e \u00e9 preciso aten\u00e7\u00e3o para a evolu\u00e7\u00e3o do problema, n\u00e3o deixar passar o tempo em demasia&#8230; -, recomenda-se a transfer\u00eancia, se poss\u00edvel, para uma escola preparada para dar suporte a essa crian\u00e7a<\/p>\n<p>5. Vale a pena insistir aqui no ponto \u2018nevr\u00e1lgico\u2019: nem sempre o agressor \u00e9 quem deu in\u00edcio ao Bullying, mas sim quem se faz de v\u00edtima. Ou ainda: tudo pode se resumir a uma forma (desesperada) de chamar a aten\u00e7\u00e3o de quem se sente exclu\u00eddo, marginalizado, pelos colegas de classe <\/p>\n<p>6. Porque a viol\u00eancia existe e assusta, mas o Bullying n\u00e3o acontece por acaso. Ali\u00e1s, por ser um assunto de sala de aula, ele precisa ser tratado com ela por inteiro. Em outras palavras: os pais n\u00e3o devem se preocupar em proteger apenas o pr\u00f3prio filho, seja ele o agredido ou o agressor ou apenas testemunha desse tipo de viol\u00eancia <\/p>\n<p>7. Na reuni\u00e3o de pais e professores, esse assunto deve ser tratado de modo a que todos participem &#8211; e n\u00e3o isoladamente, atingindo apenas os envolvidos com o caso de Bullying<\/p>\n<p>8. Pais devem exigir imediatamente da escola uma estrat\u00e9gia de trabalho que envolva o agressor, o agredido e o grupo por inteiro <\/p>\n<p>9. Em casa, pai e m\u00e3e precisam conversar diariamente com o filho sobre as aulas, mesmo que ele tenha uma rea\u00e7\u00e3o negativa, do tipo &#8220;ah! que conversa chata!&#8221; etc. Claro, existe a medida adequada e ela varia de crian\u00e7a para crian\u00e7a. Mas o importante, neste caso, \u00e9 criar o h\u00e1bito da conversa entre pais e filhos <\/p>\n<p>10. Essa conversa pode se tornar um ritual a ser integrado na refei\u00e7\u00e3o do domingo, por exemplo. Um momento de aproveitar a reuni\u00e3o familiar para que cada um fale de si mesmo. <\/p>\n<p>11. Porque n\u00e3o d\u00e1 para usar o pretexto de trabalhar muito e permanecer fora de casa o tempo inteiro &#8211; e assim n\u00e3o ajudar o filho em um momento t\u00e3o dif\u00edcil da vida dele! <\/p>\n<p>12. \u00c0s vezes, basta dizer para o seu filho, &#8220;voc\u00ea gostaria que algu\u00e9m falasse dessa forma com voc\u00ea? Pois, eu n\u00e3o gosto, fico triste&#8230;&#8221; \u00c9 importante se colocar no lugar do outro, sentir na pele que a \u2018brincadeira\u2019 feita n\u00e3o tem a menor gra\u00e7a&#8230; Brincadeira s\u00f3 vale quando todos se divertem &#8211; e nunca quando acontece \u00e0 custa de outro. Isso \u00e9 fundamental e os pais devem trabalhar essa quest\u00e3o, conversando com seus filhos desde a inf\u00e2ncia <\/p>\n<p>13. Sem essa troca de informa\u00e7\u00f5es entre pais e filhos, uma situa\u00e7\u00e3o de Bullying pode j\u00e1 estar amea\u00e7ando o cotidiano escolar &#8211; e nenhum adulto se deu conta dos sintomas dessa viol\u00eancia no comportamento da crian\u00e7a e\/ou do jovem. Que se mostra mais irritadi\u00e7o e angustiado, inventando desculpas para n\u00e3o ir \u00e0 escola etc.<\/p>\n<p>14. \u00c9 na conversa com o filho que os pais v\u00e3o perceber o porqu\u00ea da agressividade e da insatisfa\u00e7\u00e3o, orientando a buscar outras formas de se expressar. Se os pais n\u00e3o souberem faz\u00ea-lo, n\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o de constrangimento &#8211; ao contr\u00e1rio, devem pedir ajuda a quem foi treinado para isso, na escola <\/p>\n<p>15. Se os pais perceberem que o filho est\u00e1 de fato sofrendo algum tipo de \u2018press\u00e3o psicol\u00f3gica\u2019 no ambiente escolar, precisam informar professores e dire\u00e7\u00e3o da escola para que a quest\u00e3o seja tratada de modo cuidadoso o quanto antes! <\/p>\n<p>16. Muitas vezes a escola n\u00e3o sabe que est\u00e1 ocorrendo uma situa\u00e7\u00e3o de Bullying at\u00e9 porque ela acontece fora da sala de aula e, portanto, longe do olhar do professor. Mesmo sem provas, \u00e9 importante intervir. Aten\u00e7\u00e3o: a escola \u00e9 a autoridade na rela\u00e7\u00e3o entre alunos &#8211; e n\u00e3o os pais! <\/p>\n<p>17. O Bullying \u00e9 muito sens\u00edvel \u00e0 interven\u00e7\u00e3o das \u2018autoridades\u2019, ou seja, dos professores, supervisores e at\u00e9 mesmo diretores. Em especial, quando desperta o envolvimento da comunidade escolar como um todo no combate a essa viol\u00eancia <\/p>\n<p>18. O Bullying \u00e9 resultado de uma rela\u00e7\u00e3o interpessoal em desequil\u00edbrio. H\u00e1, portanto, de se cuidar dos dois lados envolvidos &#8211; existe um problema de autoestima a ser trabalhado, tanto em rela\u00e7\u00e3o ao agressor quanto ao agredido <\/p>\n<p>19. Cada escola tem a sua maneira de agir, mas o que se espera \u00e9 que ela seja parceira dos pais do aluno que \u00e9 v\u00edtima de Bullying &#8211; e tamb\u00e9m daquele que \u00e9 entendido como agressor. O ideal: aproximar as duas fam\u00edlias de modo a envolv\u00ea-las na solu\u00e7\u00e3o do problema. Porque todas elas s\u00e3o perdedoras em uma situa\u00e7\u00e3o de Bullying <\/p>\n<p>20. Pais e professores precisam se unir para ensinar \u00e0s crian\u00e7as e aos jovens a serem assertivos &#8211; ou seja, saberem se expressar de modo positivo quando algo os incomoda, fazendo o outro entender que h\u00e1 limites que n\u00e3o podem ser ultrapassados <\/p>\n<p>21. O respeito \u00e0s diferen\u00e7as precisa ser exercitado diariamente no ambiente escolar. Os pais devem exigir que os professores de seus filhos trabalhem nessa dire\u00e7\u00e3o em sala de aula de modo a que uma situa\u00e7\u00e3o de Bullying n\u00e3o volte a acontecer entre os alunos. Que n\u00e3o precisam ser amigos, mas sim precisam se respeitar um ao outro <\/p>\n<p>22. \u00c9 recomendado que se fa\u00e7a uma din\u00e2mica de grupo com os alunos da classe onde ocorreu um caso de Bullying, conversar individualmente sobre o problema, verificar em que est\u00e1gio a campanha de Bullying se encontra disseminada na rede social e, se necess\u00e1rio, coibir o uso da rede por um tempo determinado <\/p>\n<p>23. Com ou sem Bullying, os pais precisam ter controle sobre o uso da internet por seus filhos, eles n\u00e3o podem ter liberdade total no exerc\u00edcio dessa atividade &#8211; os pais devem ter acesso \u00e0s redes sociais do filho como espectadores, jamais devem participar! <\/p>\n<p>24. Pais n\u00e3o s\u00e3o amigos dos filhos, mas sim pais. E, nesse papel, precisam orientar. N\u00e3o podem confundir o papel, at\u00e9 porque a crian\u00e7a precisa ter no pai e na m\u00e3e uma figura de autoridade, pessoas que inspiram confian\u00e7a e representam um porto firme para ela <\/p>\n<p>25. Pais n\u00e3o devem vitimizar seus filhos, muito menos trat\u00e1-los como se fossem reis ou rainhas. Quem pensa s\u00f3 em defender, se esquece que ningu\u00e9m \u00e9 santo, muito menos o pr\u00f3prio filho <\/p>\n<p>26. Tentar despertar coragem no filho com a frase &#8220;n\u00e3o leve desaforo para casa!&#8221;, impondo respeito na base da agress\u00e3o, \u00e9 o pior que se pode fazer a uma crian\u00e7a indefesa. N\u00e3o \u00e9 com esse \u2018troco\u2019 que se constr\u00f3i um ambiente de solidariedade entre os colegas <\/p>\n<p>27. Quando os pais percebem que seus filhos s\u00e3o autores de Bullying ou mesmo testemunhas desse problema no ambiente escolar, devem conversar abertamente com eles a respeito e, ao mesmo tempo, pedir ajudar \u00e0 escola. Porque quem \u00e9 autor ou testemunha desse tipo de viol\u00eancia tamb\u00e9m est\u00e1 sofrendo e precisa ser cuidado! <\/p>\n<p>28. Os pais se consideram respons\u00e1veis pelas vidas dos seus filhos, quando s\u00e3o, na verdade, respons\u00e1veis at\u00e9 a p\u00e1gina 50 &#8211; da\u00ed pra frente ou mesmo antes disso, os filhos v\u00e3o fazer o que lhes d\u00e3o na veneta&#8230; O sucesso n\u00e3o depende mais dos pais, mas sim deles pr\u00f3prios <\/p>\n<p>29. Cabe aos pais darem o maior n\u00famero de instrumentos necess\u00e1rios para os filhos terem sucesso. Entretanto, como eles v\u00e3o us\u00e1-los, bem, isso j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais responsabilidade paterna. E o problema est\u00e1 a\u00ed: os pais se sentem culpados de verem os filhos fazerem tudo errado e, com a press\u00e3o da culpa, n\u00e3o conseguem mais ajudar <\/p>\n<p>30. Aten\u00e7\u00e3o: o Bullying pode acontecer n\u00e3o apenas no ambiente escolar, mas tamb\u00e9m no bairro. \u00c9 quando o seu filho pode n\u00e3o ser aceito pela turma por se recusar a beber ou fumar. Seja qual for a situa\u00e7\u00e3o lembrem-se: uma das estrat\u00e9gias fundamentais na luta contra essa forma de viol\u00eancia \u00e9 a alian\u00e7a entre pais e escola. Sempre<\/p>\n<p>Texto original: <a href=\"http:\/\/educarparacrescer.abril.com.br\/comportamento\/30-dicas-como-ajudar-seu-filho-lidar-bullying-647014.shtml\"> Aqui<\/a><\/p>\n<iframe src=\"http:\/\/www.facebook.com\/plugins\/like.php?href=https%3A%2F%2Fwww.graphein.com.br%2F%3Fp%3D2556&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light\" scrolling=\"no\" frameborder=\"0\" allowTransparency=\"true\" style=\"border:none; overflow:hidden; width:450px;margin-top:5px;\"><\/iframe>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>21\/11\/2011 11:40 Texto Marion Frank Fala-se muito hoje em Bullying. 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